Ready For Love
Bad Company
Composição: Mick Ralphs
Walkin' down this rocky road
Wondering where my life is leadin'
Rollin' on to the bitter end
Finding out along the way
What it takes to keep love living
You should know how it feels, my friend
Ooh, I want you to stay
Ooh, I want you today
I'm ready for love
Oh baby, I'm ready for love
Ready for love
Oh baby, I'm ready for love
Now I'm on my feet again
Better things are bound to happen
All my dues surely must be paid
Many miles and many tears
Times were hard but now they're changing
You should know that I'm not afraid
Ooh, I want you to stay
Ooh, I want you today
I'm ready for love
Oh baby, I'm ready for love
I'm ready for love
Oh baby, I'm ready for love
Oh, for your love
domingo, novembro 30, 2008
domingo, novembro 16, 2008
Graduação em Kendo
Esse final de semana foi um excelente final de semana.
Treino pesado, nao diria pesado mas intenso, desde a sexta a noite, o sabado o dia todo e hoje para finalizar a graduação e o campeonato Norte-Nordeste.

Consegui hoje a minha primeira graduação.
Deixei de ser soshinsha para ser Ikyu \o/ \o/
O cansaço e os treinos valeram a pena.
Ganbate kudasai
Treino pesado, nao diria pesado mas intenso, desde a sexta a noite, o sabado o dia todo e hoje para finalizar a graduação e o campeonato Norte-Nordeste.

Consegui hoje a minha primeira graduação.
Deixei de ser soshinsha para ser Ikyu \o/ \o/
O cansaço e os treinos valeram a pena.
Ganbate kudasai
Bonitas palavras
Aprendi com o tempo que...
"Às vezes, é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho...
A pressa cega os olhos.
E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos está tão próximo...
Passamos, olhamos, mas não enxergamos !
Não basta apenas olhar .
É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração..."
"Às vezes, é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho...
A pressa cega os olhos.
E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos está tão próximo...
Passamos, olhamos, mas não enxergamos !
Não basta apenas olhar .
É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração..."
domingo, novembro 09, 2008
Benjamim Franklin
Benjamin Franklin
No texto introdutório que contém as noções preliminares necessárias à compreensão do Livro dos Espíritos, encontramos os termos em que os espíritos deram a Kardec, “por escrito e por muitos médiuns, a missão de escrever” o Livro dos Espíritos. Entre as várias orientações escolhemos algumas:
“Ocupa-te, cheio de zelo e perseverança, do trabalho que empreendeste com o
nosso concurso, pois esse trabalho é nosso. Nele pusemos as bases de um novo edifício que se eleva e que um dia há de reunir todos os homens num mesmo sentimento de amor e caridade...
“todos os que tiverem em vista o grande princípio de Jesus se confundirão num só sentimento: o do amor do bem e se unirão por um laço fraterno, que prenderá o mundo inteiro...
“Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso...
São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente de Paulo, São Luís, O Espírito
da Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Franklin, Swedenborg, etc., etc.
Entre os que assinam encontramos o nome de Franklin, Benjamim Franklin. Em outras oportunidades já manifestei o meu interesse pelos espíritos responsáveis pela codificação da Doutrina Espírita.
Franklin é uma figura fascinante, pouco conhecida em nosso meio, a não ser pelo seu retrato nas notas de US$ 100.00. Nasceu em em 1706 em Boston e desencarnou em 1790. Teve origem modesta, seu pai fabricava velas de sebo e sabão; freqüentou escolas por dois anos, demonstrando notável facilidade em ler e escrever, adorava ler, aos dez anos foi retirado da escola para ajudar o pai no seu trabalho.
Um pouco de emoção:
Epitáfio do Túmulo dos pais de Benjamin Franklin
Aqui jazem Josiah Franklin e Abiah sua esposa
Viveram juntos, amando-se com ternura, em matrimônio durante 55 anos
sem possuírem uma única propriedade nem emprego lucrativo,
pelos seus constantes diligência e labor.
Mantiveram confortavelmente uma grande família,
e criaram 13 filhos e 7 netos, com boa reputação.
Desta estância, tu que lês estas palavras, recebe coragem para ser diligente nos teus apelos e não descreias da Providência.
Foi ele um homem prudente e piedoso, foi ela uma mulher virtuosa e discreta.
O seu filho mais novo, em homenagem filial à sua memória, aqui coloca esta lápide.
J.F. Nascido em 1655, falecido em 1744 Aetat 89
A.F. Nascida em 1667, falecida em 1752 – 85
***
Laboriosamente Benjamim Franklin foi ascendendo em meio a dificuldades sem número, sem perder a humildade e o mais profundo despreendimento, cientista inicialmente ridicularizado, depois consagrado pelas suas descobertas no campo da Eletricidade, notadamente a invenção do para-raio; líder social, fundava universidades, hospitais, corpos de bombeiro, por vezes aflorava novamente seu lado tecnológico e inventava um fogão; Foi um dos cinco americanos que redigiu a declaração da independência dos Estados Unidos, e da sua primeira constituição, que seria um passo decisivo na evolução política da humanidade.
Se Deus permitir voltaremos a biografia desse benfeitor da humanidade.
***
Mas hoje, nesse singelo espaço, gostaria de brindar o leitor com as preces de Benjamim Franklin e seu método de reforma íntima.
Numa determinada altura de sua sua vida Franklin, desanimou de freqüentar cultos públicos, os pregadores faziam sermões onde não penetravam o sentido profundo do Evangelho, detinham-se muito nas práticas exteriores, e decidiu não aderir a nenhuma seita em particular, acreditando, inclusive, que seu método de vida poderia ser utilizado por pessoas de qualquer religião, passou então a praticar a sua fé em três direções:
Cultivar a oração
Buscar a perfeição moral
Cultivar a única maneira que via de agradecer a Deus: auxiliar os seus irmãos de humanidade.
Este descaso pelo culto exterior levaria muitos dos seus conterrâneos a julgá-lo um homem sem religião, quanto a mim, um anônimo no meio na multidão, professando uma doutrina que atinge apenas 2,5% da população do meu país, me emociono ao observar quanto era luminosa a sua fé ainda em meados do século XVIII.
***
Compôs uma prece que formulava quase diariamente: “Ó Poderosa Bondade! Pai Generoso! Misericordioso Guia! Faz com que a minha sabedoria aumente, visto que nela reside o meu mais vivo interesse. Robustece a minha resolução de cumprir o que essa sabedoria me ditar. Aceita meus bons ofícios pelos Teus outros filhos, como sendo a única maneira de que disponho para dar te dar graças pelos benefícios que de Ti recebo.”
É de se notar a íntima relação que estabelecia entre razão e fé, e a postura radical de que a prática da caridade é a única maneira válida de agradecer a Deus.
***
Quanto a perfeição moral, escolheu 13 virtudes, em cada semana dava atenção especial a uma virtude, passadas as 13 semanas iniciava novamente um novo ciclo. Em resumo as 13 virtudes que elegeu para a sua reforma íntima eram:
Temperança: não comer até ao embrutecimento, nem beber até a embriagues.
Silêncio: Não falar senão do que pode ser benéfico para os outros ou para nós mesmos; evitar as conversações frívolas
Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar; destinar uma hora para cada uma de nossas tarefas.
Resolução: resolver cumprir o que é dever, e cumprir, sem falhar, o que se resolve.
Frugalidade: não fazer despesas, senão em benefício próprio ou em benefício de outrem, isto é, não desperdiçar.
Aplicação: não perder tempo; ter sempre entre as mãos qualquer trabalho útil; suprimir todas as ações desnecessárias.
Sinceridade: não recorrer a ludibrios prejudiciais; pensar sem idéia preconcebida e com justiça; e ao falar, fazê-lo de conformidade com este princípio.
Justiça: não prejudicar ninguém fazendo o mal, ou omitindo benefícios que constituem nosso dever.
Moderação: Evitar os extremos; abster-se de guardar ressentimento pelas injúrias, na medida em que as consideramos merecidas.
Limpeza: não tolerar a falta de limpeza no corpo, no vestuário e na habitação.
Tranqüilidade: não se perturbar com insignificâncias, nem com acidentes correntes e inevitáveis.
Castidade: usar raramente do prazer da carne e apenas para benefício do organismo e tendo em vista a descendência; jamais até so embrutecimento, ou ao debilitamento, ou em prejuízo da própria paz e reputação, ou da paz e reputação de outrem.
Humildade: imitar Sócrates e Jesus.
Para documentar a execução do seu programa, tomou de um caderno e fez uma tabela para cada semana, com 13 linhas (uma para cada virtude) e sete colunas (uma para cada dia). Cada falta com relação a uma virtude era marcada com uma cruz.
Com relação ao dia a dia seguia o seguinte programa:
Manhã:
Pergunta: Que poderei fazer hoje de bom?
5h – levantar, abluções, e oração: “Oh Pai de Infinita Bondade”
6h – 7h – Imaginar as tarefas para o dia e tomar a resolução do dia; prosseguir no presente estudo e pequeno almoço.
8h – 11h – Trabalho;
Meio-dia
12h – 13h – Ler os verificar a minhas contas e almoçar
14h – 17h – Trabalho
Tarde
Pergunta: O que eu fiz de bom durante o dia de hoje?
18h – 21h – Por tudo em seus lugares; Jantar; Música, diversão ou conversação; exame do dia.
Noite
22h – 4h – Sono.
Ao por esse plano em prática segundo as suas próprias palavras: “Surpreendia-me o fato de reconhecer que tinha muito mais defeitos do que imaginara; mas tinha a satisfação de vê-los diminuir”
Aos 69 escreveria:
“Talvez possa ser útil a minha posteridade saber que a este pequeno artifício e a proteção divina, deveu o seu antepassado a constante felicidade da sua vida...
À temperança atribuo a boa saúde que gozei...
À aplicação ao trabalho e a frugalidade, a facilidade precoce das circunstâncias em que adquiri a minha fortuna, bem como os conhecimentos que me tornaram apto a ser um cidadão útil...
Á sinceridade e à justiça a confiança do meu país e os honrosos encargos que me foram confiados...
E à influência conjugada de todo o conjunto de virtudes, mesmo no imperfeito nível que consegui alcançar, toda essa serenidade de espírito e jovialidade de conversação que tornou minha companhia procurada e agradável...”
***
A esses espíritos virtuosos e humildes, como Franklin, na carne mais preocupados com a prática da virtude e do amor ao próximo, do que com longas especulações teóricas, e no mundo espiritual com a visão dilatada pela ausência da carne, Deus incumbiu redigirem a Codificação da Doutrina Espírita, organizada e publicada por um sensato e abnegado professor primário. E assim foi feito, e esses livros são acessíveis a doutores e à operários, desde modestas empregadas domésticas de países pobres, até à homens das elites dos países do hemisfério norte.
***
E para nossa consolação, certamente no dia de hoje, em algum lugar, talvez esquecido pela mídia, talvez num lar tão pobre quanto o de Josiah e Abiah Franklin, estará renascendo um espírito superior, dádiva de Deus à nossa esperança, que nos trará através de seu exemplo, uma forte contribuição a nossa busca pela felicidade.
No texto introdutório que contém as noções preliminares necessárias à compreensão do Livro dos Espíritos, encontramos os termos em que os espíritos deram a Kardec, “por escrito e por muitos médiuns, a missão de escrever” o Livro dos Espíritos. Entre as várias orientações escolhemos algumas:
“Ocupa-te, cheio de zelo e perseverança, do trabalho que empreendeste com o
nosso concurso, pois esse trabalho é nosso. Nele pusemos as bases de um novo edifício que se eleva e que um dia há de reunir todos os homens num mesmo sentimento de amor e caridade...
“todos os que tiverem em vista o grande princípio de Jesus se confundirão num só sentimento: o do amor do bem e se unirão por um laço fraterno, que prenderá o mundo inteiro...
“Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso...
São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente de Paulo, São Luís, O Espírito
da Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Franklin, Swedenborg, etc., etc.
Entre os que assinam encontramos o nome de Franklin, Benjamim Franklin. Em outras oportunidades já manifestei o meu interesse pelos espíritos responsáveis pela codificação da Doutrina Espírita.
Franklin é uma figura fascinante, pouco conhecida em nosso meio, a não ser pelo seu retrato nas notas de US$ 100.00. Nasceu em em 1706 em Boston e desencarnou em 1790. Teve origem modesta, seu pai fabricava velas de sebo e sabão; freqüentou escolas por dois anos, demonstrando notável facilidade em ler e escrever, adorava ler, aos dez anos foi retirado da escola para ajudar o pai no seu trabalho.
Um pouco de emoção:
Epitáfio do Túmulo dos pais de Benjamin Franklin
Aqui jazem Josiah Franklin e Abiah sua esposa
Viveram juntos, amando-se com ternura, em matrimônio durante 55 anos
sem possuírem uma única propriedade nem emprego lucrativo,
pelos seus constantes diligência e labor.
Mantiveram confortavelmente uma grande família,
e criaram 13 filhos e 7 netos, com boa reputação.
Desta estância, tu que lês estas palavras, recebe coragem para ser diligente nos teus apelos e não descreias da Providência.
Foi ele um homem prudente e piedoso, foi ela uma mulher virtuosa e discreta.
O seu filho mais novo, em homenagem filial à sua memória, aqui coloca esta lápide.
J.F. Nascido em 1655, falecido em 1744 Aetat 89
A.F. Nascida em 1667, falecida em 1752 – 85
***
Laboriosamente Benjamim Franklin foi ascendendo em meio a dificuldades sem número, sem perder a humildade e o mais profundo despreendimento, cientista inicialmente ridicularizado, depois consagrado pelas suas descobertas no campo da Eletricidade, notadamente a invenção do para-raio; líder social, fundava universidades, hospitais, corpos de bombeiro, por vezes aflorava novamente seu lado tecnológico e inventava um fogão; Foi um dos cinco americanos que redigiu a declaração da independência dos Estados Unidos, e da sua primeira constituição, que seria um passo decisivo na evolução política da humanidade.
Se Deus permitir voltaremos a biografia desse benfeitor da humanidade.
***
Mas hoje, nesse singelo espaço, gostaria de brindar o leitor com as preces de Benjamim Franklin e seu método de reforma íntima.
Numa determinada altura de sua sua vida Franklin, desanimou de freqüentar cultos públicos, os pregadores faziam sermões onde não penetravam o sentido profundo do Evangelho, detinham-se muito nas práticas exteriores, e decidiu não aderir a nenhuma seita em particular, acreditando, inclusive, que seu método de vida poderia ser utilizado por pessoas de qualquer religião, passou então a praticar a sua fé em três direções:
Cultivar a oração
Buscar a perfeição moral
Cultivar a única maneira que via de agradecer a Deus: auxiliar os seus irmãos de humanidade.
Este descaso pelo culto exterior levaria muitos dos seus conterrâneos a julgá-lo um homem sem religião, quanto a mim, um anônimo no meio na multidão, professando uma doutrina que atinge apenas 2,5% da população do meu país, me emociono ao observar quanto era luminosa a sua fé ainda em meados do século XVIII.
***
Compôs uma prece que formulava quase diariamente: “Ó Poderosa Bondade! Pai Generoso! Misericordioso Guia! Faz com que a minha sabedoria aumente, visto que nela reside o meu mais vivo interesse. Robustece a minha resolução de cumprir o que essa sabedoria me ditar. Aceita meus bons ofícios pelos Teus outros filhos, como sendo a única maneira de que disponho para dar te dar graças pelos benefícios que de Ti recebo.”
É de se notar a íntima relação que estabelecia entre razão e fé, e a postura radical de que a prática da caridade é a única maneira válida de agradecer a Deus.
***
Quanto a perfeição moral, escolheu 13 virtudes, em cada semana dava atenção especial a uma virtude, passadas as 13 semanas iniciava novamente um novo ciclo. Em resumo as 13 virtudes que elegeu para a sua reforma íntima eram:
Temperança: não comer até ao embrutecimento, nem beber até a embriagues.
Silêncio: Não falar senão do que pode ser benéfico para os outros ou para nós mesmos; evitar as conversações frívolas
Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar; destinar uma hora para cada uma de nossas tarefas.
Resolução: resolver cumprir o que é dever, e cumprir, sem falhar, o que se resolve.
Frugalidade: não fazer despesas, senão em benefício próprio ou em benefício de outrem, isto é, não desperdiçar.
Aplicação: não perder tempo; ter sempre entre as mãos qualquer trabalho útil; suprimir todas as ações desnecessárias.
Sinceridade: não recorrer a ludibrios prejudiciais; pensar sem idéia preconcebida e com justiça; e ao falar, fazê-lo de conformidade com este princípio.
Justiça: não prejudicar ninguém fazendo o mal, ou omitindo benefícios que constituem nosso dever.
Moderação: Evitar os extremos; abster-se de guardar ressentimento pelas injúrias, na medida em que as consideramos merecidas.
Limpeza: não tolerar a falta de limpeza no corpo, no vestuário e na habitação.
Tranqüilidade: não se perturbar com insignificâncias, nem com acidentes correntes e inevitáveis.
Castidade: usar raramente do prazer da carne e apenas para benefício do organismo e tendo em vista a descendência; jamais até so embrutecimento, ou ao debilitamento, ou em prejuízo da própria paz e reputação, ou da paz e reputação de outrem.
Humildade: imitar Sócrates e Jesus.
Para documentar a execução do seu programa, tomou de um caderno e fez uma tabela para cada semana, com 13 linhas (uma para cada virtude) e sete colunas (uma para cada dia). Cada falta com relação a uma virtude era marcada com uma cruz.
Com relação ao dia a dia seguia o seguinte programa:
Manhã:
Pergunta: Que poderei fazer hoje de bom?
5h – levantar, abluções, e oração: “Oh Pai de Infinita Bondade”
6h – 7h – Imaginar as tarefas para o dia e tomar a resolução do dia; prosseguir no presente estudo e pequeno almoço.
8h – 11h – Trabalho;
Meio-dia
12h – 13h – Ler os verificar a minhas contas e almoçar
14h – 17h – Trabalho
Tarde
Pergunta: O que eu fiz de bom durante o dia de hoje?
18h – 21h – Por tudo em seus lugares; Jantar; Música, diversão ou conversação; exame do dia.
Noite
22h – 4h – Sono.
Ao por esse plano em prática segundo as suas próprias palavras: “Surpreendia-me o fato de reconhecer que tinha muito mais defeitos do que imaginara; mas tinha a satisfação de vê-los diminuir”
Aos 69 escreveria:
“Talvez possa ser útil a minha posteridade saber que a este pequeno artifício e a proteção divina, deveu o seu antepassado a constante felicidade da sua vida...
À temperança atribuo a boa saúde que gozei...
À aplicação ao trabalho e a frugalidade, a facilidade precoce das circunstâncias em que adquiri a minha fortuna, bem como os conhecimentos que me tornaram apto a ser um cidadão útil...
Á sinceridade e à justiça a confiança do meu país e os honrosos encargos que me foram confiados...
E à influência conjugada de todo o conjunto de virtudes, mesmo no imperfeito nível que consegui alcançar, toda essa serenidade de espírito e jovialidade de conversação que tornou minha companhia procurada e agradável...”
***
A esses espíritos virtuosos e humildes, como Franklin, na carne mais preocupados com a prática da virtude e do amor ao próximo, do que com longas especulações teóricas, e no mundo espiritual com a visão dilatada pela ausência da carne, Deus incumbiu redigirem a Codificação da Doutrina Espírita, organizada e publicada por um sensato e abnegado professor primário. E assim foi feito, e esses livros são acessíveis a doutores e à operários, desde modestas empregadas domésticas de países pobres, até à homens das elites dos países do hemisfério norte.
***
E para nossa consolação, certamente no dia de hoje, em algum lugar, talvez esquecido pela mídia, talvez num lar tão pobre quanto o de Josiah e Abiah Franklin, estará renascendo um espírito superior, dádiva de Deus à nossa esperança, que nos trará através de seu exemplo, uma forte contribuição a nossa busca pela felicidade.
sábado, novembro 08, 2008
Ser Obediente
REFLEXÃO
Uma senhora muito pobre, telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo do mal que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça.
Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários ordenou que fizessem uma compra e levassem para mulher, com a seguinte orientação:
Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o diabo!
Ao chegarem à casa da senhora, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos.
Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:
- Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!
'NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, QUANDO DEUS A DETERMINA ELA SEMPRE VEM '!
Uma senhora muito pobre, telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo do mal que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça.
Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários ordenou que fizessem uma compra e levassem para mulher, com a seguinte orientação:
Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o diabo!
Ao chegarem à casa da senhora, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos.
Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:
- Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!
'NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, QUANDO DEUS A DETERMINA ELA SEMPRE VEM '!
quinta-feira, outubro 23, 2008
quarta-feira, outubro 22, 2008
Interessante
Você sabe por quê o mar é tão grande?
Tão imenso ?
Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de
todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro; Centímetros acima de todos os rios, não
seria mar, mas sim uma ilha. Toda sua água iria para os outros e
estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é errar, cair, e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma
naturalidade
o ganho e a perda...
o acerto e o erro...
o triunfo e a queda....
a vida e a morte.
( autor desconhecido )
Tão imenso ?
Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de
todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro; Centímetros acima de todos os rios, não
seria mar, mas sim uma ilha. Toda sua água iria para os outros e
estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é errar, cair, e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma
naturalidade
o ganho e a perda...
o acerto e o erro...
o triunfo e a queda....
a vida e a morte.
( autor desconhecido )
domingo, outubro 19, 2008
Frase em Japones
Kadoku koso itooshii yuuitsu no mikata to narukamo.
A solidão é o seu verdadeiro amor e talvez o seu unico aliado.
Não lembro onde peguei, provavelmente em algum anime...
A solidão é o seu verdadeiro amor e talvez o seu unico aliado.
Não lembro onde peguei, provavelmente em algum anime...
domingo, outubro 12, 2008
Kyudo
O momento de uma vida

Há alguns dias venho preparando não uma, mas duas postagens que de certa forma, se relacionam.
No entanto, em nenhuma das duas consegui acertar o tom que eu quero.
Então, “de volta à prancheta!”.
Mas como em todas as coisas interessantes desta vida, às vezes, um caminho nos leva a lugares inesperados, e este foi o caso aqui:
No processo de escrever os outros dois artigos, encontrei um terceiro, e neste sim, acho que acertei o tom:
Peço desculpas antecipadamente, se em algum ponto parecer confuso, mas a relação que estabeleço está muito mais no campo do “sentir”, que do “descrever”.
Gosto muito da filosofia oriental, em especial, do BUSHIDO, como é conhecido o modo de vida dos Samurais.
Não vou me estender muito sobre este assunto por agora, mas gostaria de falar um pouco sobre um dos aspectos disto.
Uma das muitas artes praticadas pelos Samurais era o Kyudo, uma espécie de técnica de arco e flechas.
Muito mais que “mirar e acertar”, o Kyudo envolvia todo um trabalho físico e mental, e que refletia diretamente em sua vivência diária, onde o Samurai trabalhava às vezes sua vida inteira, na busca de uma postura correta, tanto no que diz respeito ao manejo do arco, como também de seu espírito.
Na verdade, este processo de refinamento pessoal, transparece em muitos aspectos da vida destes “guerreiros”, então não é exagero dizer que muitas vezes um disparo poderia significar a culminância de toda uma vida.

O arqueiro que acreditasse estar pronto empunhava seu arco em pé ou em seiza (“sentado”) com o corpo e a mente ereta, e neste momento, sua concentração e "kokyu-ho" (técnica de respiração) o colocava no estado de zanshin, onde corpo, mente, arco, flecha e alvo, se tornavam unos.
O disparo começava no momento em que a madeira do arco nascia planta e terminava com o espírito da flecha sendo removido do alvo.
Para os eventuais espectadores, um disparo poderia levar de alguns minutos a horas.
Para o arqueiro, levava o tempo exato de uma vida.
No momento em que soltava a corda do arco, e a flecha "voltava" com a velocidade do pensamento em direção ao alvo, os mais atentos diziam poder ouvir o acorde divino, pois uma flecha disparada em estado de zanchin, sempre acertava o alvo.
É preciso entender que zanchin é muito mais que um “estado de alerta”, de uma técnica marcial.
É antes disto, uma clareza de visão, um estagio de consciência.
É uma ligação com o todo.

Neste momento, vejo uma ligação aparentemente estranha, entre o disparo de uma flecha, e um sentimento.
Estabeleço esta relação, porque mesmo em nossas vidas “agitadas”, temos momentos em que sentimentos e situações nos colocam neste estado.
Em nossa formação ocidental, temos a necessidade de classificar todas as coisas, como se este processo definisse a realidade.
Categorizando, nomeando, comparando, tornamos o mundo a nossa volta, conhecido. Fazemos dele, nossa realidade.
Mas há um momento especial, quando entre duas pessoas, surge um silêncio tranqüilo, e nada precisa ser dito.
Este silêncio está além do som, além das palavras.
Quando surge, todas as coisas do universo encontram seu lugar e função, e dois viram um.
E este um, “está” no mundo.
Assim como o disparo da flecha, que para os que observam de fora dura talvez minutos ou horas, este momento tem o tempo exato de uma vida para aqueles que o vivem.
Os olhos vêem mais do que se pode classificar, quando os dedos “libertam” a corda, e a flecha faz seu vôo de uma vida.
E neste momento, os que podem, ouvem:
“Te amo!”
Fonte:
http://pensarnaocansa.blogspot.com/

Há alguns dias venho preparando não uma, mas duas postagens que de certa forma, se relacionam.
No entanto, em nenhuma das duas consegui acertar o tom que eu quero.
Então, “de volta à prancheta!”.
Mas como em todas as coisas interessantes desta vida, às vezes, um caminho nos leva a lugares inesperados, e este foi o caso aqui:
No processo de escrever os outros dois artigos, encontrei um terceiro, e neste sim, acho que acertei o tom:
Peço desculpas antecipadamente, se em algum ponto parecer confuso, mas a relação que estabeleço está muito mais no campo do “sentir”, que do “descrever”.
Gosto muito da filosofia oriental, em especial, do BUSHIDO, como é conhecido o modo de vida dos Samurais.
Não vou me estender muito sobre este assunto por agora, mas gostaria de falar um pouco sobre um dos aspectos disto.
Uma das muitas artes praticadas pelos Samurais era o Kyudo, uma espécie de técnica de arco e flechas.
Muito mais que “mirar e acertar”, o Kyudo envolvia todo um trabalho físico e mental, e que refletia diretamente em sua vivência diária, onde o Samurai trabalhava às vezes sua vida inteira, na busca de uma postura correta, tanto no que diz respeito ao manejo do arco, como também de seu espírito.
Na verdade, este processo de refinamento pessoal, transparece em muitos aspectos da vida destes “guerreiros”, então não é exagero dizer que muitas vezes um disparo poderia significar a culminância de toda uma vida.

O arqueiro que acreditasse estar pronto empunhava seu arco em pé ou em seiza (“sentado”) com o corpo e a mente ereta, e neste momento, sua concentração e "kokyu-ho" (técnica de respiração) o colocava no estado de zanshin, onde corpo, mente, arco, flecha e alvo, se tornavam unos.
O disparo começava no momento em que a madeira do arco nascia planta e terminava com o espírito da flecha sendo removido do alvo.
Para os eventuais espectadores, um disparo poderia levar de alguns minutos a horas.
Para o arqueiro, levava o tempo exato de uma vida.
No momento em que soltava a corda do arco, e a flecha "voltava" com a velocidade do pensamento em direção ao alvo, os mais atentos diziam poder ouvir o acorde divino, pois uma flecha disparada em estado de zanchin, sempre acertava o alvo.
É preciso entender que zanchin é muito mais que um “estado de alerta”, de uma técnica marcial.
É antes disto, uma clareza de visão, um estagio de consciência.
É uma ligação com o todo.

Neste momento, vejo uma ligação aparentemente estranha, entre o disparo de uma flecha, e um sentimento.
Estabeleço esta relação, porque mesmo em nossas vidas “agitadas”, temos momentos em que sentimentos e situações nos colocam neste estado.
Em nossa formação ocidental, temos a necessidade de classificar todas as coisas, como se este processo definisse a realidade.
Categorizando, nomeando, comparando, tornamos o mundo a nossa volta, conhecido. Fazemos dele, nossa realidade.
Mas há um momento especial, quando entre duas pessoas, surge um silêncio tranqüilo, e nada precisa ser dito.
Este silêncio está além do som, além das palavras.
Quando surge, todas as coisas do universo encontram seu lugar e função, e dois viram um.
E este um, “está” no mundo.
Assim como o disparo da flecha, que para os que observam de fora dura talvez minutos ou horas, este momento tem o tempo exato de uma vida para aqueles que o vivem.
Os olhos vêem mais do que se pode classificar, quando os dedos “libertam” a corda, e a flecha faz seu vôo de uma vida.
E neste momento, os que podem, ouvem:
“Te amo!”
Fonte:
http://pensarnaocansa.blogspot.com/
Sobre o Iaido
Por que os Katás com espadas terminam em morte?

Não tem muito tempo eu estava ensinando Iaido[i] numa escola do segundo grau. Após uma hora de aula, um estudante me perguntou por que todos os katás (seqüência de movimentos que visam o desenvolvimento pratico, na maioria das artes marciais) terminam com um golpe de fatal.
Essa foi uma boa pergunta, uma pergunta que acredito, todo estudante de artes marciais deve fazer, pois a resposta de cada um irá dizer sobre onde ele está em seu treinamento, ou mesmo em seu desenvolvimento pessoal.
Miyamoto Musashi[ii] deve ser um bom ponto de partida. No início de sua vida, o país estava em guerra e ele viu as artes marciais de uma forma muito prática, e usou suas habilidades para vencer muitos duelos, vários deles terminando com seus oponentes caindo mortos no chão.
Por volta dos 30 anos ele parece ter parado de duelar (ou pelo menos parado de matar seus oponentes durante os duelos) e começou a pensar em outras utilidades para as artes marciais além de matar pessoas.
A sua conclusão foi que as artes marciais eram capazes de tornar as pessoas iluminadas. Talvez ele estivesse certo.
Talvez ele tenha se tornado adulto, afinal nós ficamos inevitavelmente céticos, menos idealistas e mais cientes de nossa mortalidade conforme envelhecemos.
Talvez seja tudo o que acontece quando “ficamos iluminados” pelas artes marciais, ou meditação, yoga ou qualquer outra coisa que diga tornar as pessoas melhores.
As artes marciais tradicionais são claramente para tornar as pessoas melhores, ao contrário de fazer delas, assassinos melhores.
Eu digo artes tradicionais por fazer a distinção entre o treino militarizado[iii] e as artes marciais. Entre aprender como matar para se tornar melhor na matança, ou aprender a matar para não matar, e enquanto escrevo isso me ocorre que a diferença não é absoluta.
Ambos os esquemas deixam claro que o estudante apenas matará em razão da circunstância, ou quando a situação pedir, mas enquanto um esquema de treino objetivaria fazer o ato de matar mais real, mas desejado, o outro objetivaria fazer o treino menos propenso a isso.
Se as artes marciais são para criar oposição a lutar e matar, então porque esse foco em matar no katá com espada?
Eu tinha dito ao estudante que cada vez que ele fizesse chiburi - tirar o sangue da espada depois do corte final - ele deveria imaginar sangue, ossos e músculos saindo da espada e caindo no chão. Eu disse isso, pois acredito não ser plausível sacudir a espada sem entender a real intenção para isso. Aparentemente ele entendeu. Outro estudante perguntou se havia algum katá de defesa pessoal no iaido. Isso me surpreendeu, porque muitos estudantes treinam durante anos, e mesmo alguns, treinam nos níveis mais avançados do koryu antes de começar a suspeitar que nem tudo no iaido é sobre defesa pessoal.
Na verdade, minha resposta foi dada em várias partes.
Primeiro eu usei a desculpa padrão e disse que nem todos katás terminam em morte. Por exemplo, no Jodo[iv] existem vários katás que terminam com o bastão simplesmente apontado para o oponente e com ele recuando. Isso poderia ser uma finalização formal na no estudo, mas na realidade seria um corpo morto no chão.
Mas alguns dos katás não necessariamente possuem golpes fatais (a menos que você conte um pulso quebrado e um golpe no plexo solar como mortal).
Mas mesmo que um katá terminasse em morte, no caso da espada, a questão ainda seria legítima.
O katá com espada quase invariavelmente termina com a morte de alguém, pois é difícil imaginar alguém usando a katana como uma ferramenta de controle.
Isso seria parecido com utilizar uma pistola policial como se fosse um bastão yawara (bastão pequeno para imobilização). Se você saca a espada, ou a arma (revolver, pistola), já deu um longo passo em direção de tirar uma vida.
A realidade da espada é que ela é feita para matar.
Essa é a realidade: elas são peças de metal longas e afiadas que não tem nenhum outro propósito a não ser ferir e matar, pois são desenhadas para isto.
É um fato que as espadas parecem legais nos vídeo games e nos filmes, onde se vê muitas espadas sacudindo, o que as faz parecer gloriosas.
Muitos estudantes vêm para as artes marciais procurando aprender como usar estas espadas “legais”, “fantasiosas” é por isso que eu digo para os garotos imaginarem sangue e ossos na espada enquanto eles as limpam[v].
Claro que as espadas nos filmes parecem legais, mas nos filmes as pessoas saem andando com “carnes voando”, elas absorvem mais de 25 socos indefensáveis na cabeça e continuam em pé, recebem várias balas no corpo e continuam bem. Nos filmes elas sobrevivem a lutas com espadas.
Nos filmes, pois na realidade, as pessoas não sobrevivem a este tipo de combate.
Katás com espada terminam em morte porque nos temos que lembrar o que as espadas fazem.
Quando você esquece isso, você esquece da razão de usar uma espada.
A segunda razão para os Katás com espada terminarem em morte é exatamente a mesma razão que os policiais, ou qualquer outra pessoa, treinam o uso das armas de fogo para acertar o centro do alvo: A arma é desenhada para matar, não para conter ou debilitar.
O aspecto da contenção destas armas vem antes que elas sejam sacadas. Elas nunca devem estar em mãos se você não tem a intenção de matar seu oponente.
Algumas pessoas dizem que sacar a arma, ou a espada, é uma boa forma de intimidação e que com isso você não tem a necessidade de usá-las. Sacar sem ter intenção de matar não é algo muito pratico ou inteligente.
Pode ter um final feliz se a outra pessoa correr, mas se isto não acontecer, é melhor que a pessoa que saca a arma, tenha a intenção de matar ou poderá terminar morto.
Não se podem usar armas de qualquer tipo com técnicas fantasiosas ou para parecer “legal”. NÃO HÁ nada de “legal” em matar, não importando o quanto possa parecer nos filmes.
Mas então por que estudar artes marciais afinal?
Se não estamos “nas ruas” ou prestes a sermos atacados em nossas pacificas vizinhanças, para que precisamos aprender que matar não é romântico?
Sob este aspecto[vi], precisamos disto, porque nestes tempos de relativa paz (se comparado há tempos mais violentos, claro), esquecemos do que realmente significa tirar uma vida, e se o cinema e outras formas de entretenimento fazem isto parecer “legal”, bem, a realidade mostra que não é.
Então se você pratica alguma arte marcial, seja com uso de espadas, bastões, ou qualquer tipo de arma, ou técnica letal, lembre-se, que este tipo de treinamento visa evitar violência, e não causá-la.
Que acima de tudo, a violência real, pouco tem haver com a violência estética, e quando você ferir ou for ferido por alguém, realmente não será divertido.

Sim, espadas são objetos lindos, e em muitas culturas, significativos de valor, mas não podemos esquecer que em primeira instancia, elas são feitas para tirar vidas!
Domo arigato!
________________________________________________________________________________
[i] Iaido é a arte marcial japonesa do desembainhar da espada. Os katás (séries de movimentos) são divididos em quatro partes básicas: o desembainhar (nukitsuke), o corte (kirioroshi, por exemplo), a limpeza do sangue na lâmina (chiburi) e o reembainhar (noto).
Não se deve confundir Iaido com Kendo ou Kenjutsu.
(fonte: Wikipédia)
[ii] Samurai lendário, considerado por alguns, como o maior de todos, o que eu particularmente discordo. Em minha opinião, Musashi era uma vergonha para a classe samurai, uma vez que usava de técnicas duvidosas, como mentir, ludibriar e trapacear! Curiosamente, no fim de sua vida, escreveu “o livro dos cinco anéis”, uma espécie de redenção moral sobre sua vida.
[iii] Acredito que aqui, o autor do texto queira fazer uma distinção entre as praticas que visam o desenvolvimento físico e mental de cada um, com as técnicas militares, que obviamente, são treinadas com fins de combate. É preciso lembrar que marcial, remete a militar, mas hoje em dia tal expressão vinculada ao nome da arte em si, quer exaltar a questão da disciplina – coisa que militar adora!
[iv] Jô (bastão) do (caminho), é a técnica que emprega o uso de um bastão de madeira. É curioso observar que no aikido, o Jô é usado com real objetivo de desabilitar e imobilizar, uma vez que, ao contrario do que seria fácil pensar, não é usado para atacar o oponente.
[v] Apesar de um tanto escatológico, acredito que aqui, o autor quis dizer que é preciso lembrar que a pessoa ferida era um ser humano, e não um boneco sem vida.
[vi] Eu, particularmente, vejo várias outras razões para praticar alguma arte marcial, mas acredito que a resposta do autor seja NESTE contexto.
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Fonte:
http://pensarnaocansa.blogspot.com/

Não tem muito tempo eu estava ensinando Iaido[i] numa escola do segundo grau. Após uma hora de aula, um estudante me perguntou por que todos os katás (seqüência de movimentos que visam o desenvolvimento pratico, na maioria das artes marciais) terminam com um golpe de fatal.
Essa foi uma boa pergunta, uma pergunta que acredito, todo estudante de artes marciais deve fazer, pois a resposta de cada um irá dizer sobre onde ele está em seu treinamento, ou mesmo em seu desenvolvimento pessoal.
Miyamoto Musashi[ii] deve ser um bom ponto de partida. No início de sua vida, o país estava em guerra e ele viu as artes marciais de uma forma muito prática, e usou suas habilidades para vencer muitos duelos, vários deles terminando com seus oponentes caindo mortos no chão.
Por volta dos 30 anos ele parece ter parado de duelar (ou pelo menos parado de matar seus oponentes durante os duelos) e começou a pensar em outras utilidades para as artes marciais além de matar pessoas.
A sua conclusão foi que as artes marciais eram capazes de tornar as pessoas iluminadas. Talvez ele estivesse certo.
Talvez ele tenha se tornado adulto, afinal nós ficamos inevitavelmente céticos, menos idealistas e mais cientes de nossa mortalidade conforme envelhecemos.
Talvez seja tudo o que acontece quando “ficamos iluminados” pelas artes marciais, ou meditação, yoga ou qualquer outra coisa que diga tornar as pessoas melhores.
As artes marciais tradicionais são claramente para tornar as pessoas melhores, ao contrário de fazer delas, assassinos melhores.
Eu digo artes tradicionais por fazer a distinção entre o treino militarizado[iii] e as artes marciais. Entre aprender como matar para se tornar melhor na matança, ou aprender a matar para não matar, e enquanto escrevo isso me ocorre que a diferença não é absoluta.
Ambos os esquemas deixam claro que o estudante apenas matará em razão da circunstância, ou quando a situação pedir, mas enquanto um esquema de treino objetivaria fazer o ato de matar mais real, mas desejado, o outro objetivaria fazer o treino menos propenso a isso.
Se as artes marciais são para criar oposição a lutar e matar, então porque esse foco em matar no katá com espada?
Eu tinha dito ao estudante que cada vez que ele fizesse chiburi - tirar o sangue da espada depois do corte final - ele deveria imaginar sangue, ossos e músculos saindo da espada e caindo no chão. Eu disse isso, pois acredito não ser plausível sacudir a espada sem entender a real intenção para isso. Aparentemente ele entendeu. Outro estudante perguntou se havia algum katá de defesa pessoal no iaido. Isso me surpreendeu, porque muitos estudantes treinam durante anos, e mesmo alguns, treinam nos níveis mais avançados do koryu antes de começar a suspeitar que nem tudo no iaido é sobre defesa pessoal.
Na verdade, minha resposta foi dada em várias partes.
Primeiro eu usei a desculpa padrão e disse que nem todos katás terminam em morte. Por exemplo, no Jodo[iv] existem vários katás que terminam com o bastão simplesmente apontado para o oponente e com ele recuando. Isso poderia ser uma finalização formal na no estudo, mas na realidade seria um corpo morto no chão.
Mas alguns dos katás não necessariamente possuem golpes fatais (a menos que você conte um pulso quebrado e um golpe no plexo solar como mortal).
Mas mesmo que um katá terminasse em morte, no caso da espada, a questão ainda seria legítima.
O katá com espada quase invariavelmente termina com a morte de alguém, pois é difícil imaginar alguém usando a katana como uma ferramenta de controle.
Isso seria parecido com utilizar uma pistola policial como se fosse um bastão yawara (bastão pequeno para imobilização). Se você saca a espada, ou a arma (revolver, pistola), já deu um longo passo em direção de tirar uma vida.
A realidade da espada é que ela é feita para matar.
Essa é a realidade: elas são peças de metal longas e afiadas que não tem nenhum outro propósito a não ser ferir e matar, pois são desenhadas para isto.
É um fato que as espadas parecem legais nos vídeo games e nos filmes, onde se vê muitas espadas sacudindo, o que as faz parecer gloriosas.
Muitos estudantes vêm para as artes marciais procurando aprender como usar estas espadas “legais”, “fantasiosas” é por isso que eu digo para os garotos imaginarem sangue e ossos na espada enquanto eles as limpam[v].
Claro que as espadas nos filmes parecem legais, mas nos filmes as pessoas saem andando com “carnes voando”, elas absorvem mais de 25 socos indefensáveis na cabeça e continuam em pé, recebem várias balas no corpo e continuam bem. Nos filmes elas sobrevivem a lutas com espadas.
Nos filmes, pois na realidade, as pessoas não sobrevivem a este tipo de combate.
Katás com espada terminam em morte porque nos temos que lembrar o que as espadas fazem.
Quando você esquece isso, você esquece da razão de usar uma espada.
A segunda razão para os Katás com espada terminarem em morte é exatamente a mesma razão que os policiais, ou qualquer outra pessoa, treinam o uso das armas de fogo para acertar o centro do alvo: A arma é desenhada para matar, não para conter ou debilitar.
O aspecto da contenção destas armas vem antes que elas sejam sacadas. Elas nunca devem estar em mãos se você não tem a intenção de matar seu oponente.
Algumas pessoas dizem que sacar a arma, ou a espada, é uma boa forma de intimidação e que com isso você não tem a necessidade de usá-las. Sacar sem ter intenção de matar não é algo muito pratico ou inteligente.
Pode ter um final feliz se a outra pessoa correr, mas se isto não acontecer, é melhor que a pessoa que saca a arma, tenha a intenção de matar ou poderá terminar morto.
Não se podem usar armas de qualquer tipo com técnicas fantasiosas ou para parecer “legal”. NÃO HÁ nada de “legal” em matar, não importando o quanto possa parecer nos filmes.
Mas então por que estudar artes marciais afinal?
Se não estamos “nas ruas” ou prestes a sermos atacados em nossas pacificas vizinhanças, para que precisamos aprender que matar não é romântico?
Sob este aspecto[vi], precisamos disto, porque nestes tempos de relativa paz (se comparado há tempos mais violentos, claro), esquecemos do que realmente significa tirar uma vida, e se o cinema e outras formas de entretenimento fazem isto parecer “legal”, bem, a realidade mostra que não é.
Então se você pratica alguma arte marcial, seja com uso de espadas, bastões, ou qualquer tipo de arma, ou técnica letal, lembre-se, que este tipo de treinamento visa evitar violência, e não causá-la.
Que acima de tudo, a violência real, pouco tem haver com a violência estética, e quando você ferir ou for ferido por alguém, realmente não será divertido.

Sim, espadas são objetos lindos, e em muitas culturas, significativos de valor, mas não podemos esquecer que em primeira instancia, elas são feitas para tirar vidas!
Domo arigato!
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[i] Iaido é a arte marcial japonesa do desembainhar da espada. Os katás (séries de movimentos) são divididos em quatro partes básicas: o desembainhar (nukitsuke), o corte (kirioroshi, por exemplo), a limpeza do sangue na lâmina (chiburi) e o reembainhar (noto).
Não se deve confundir Iaido com Kendo ou Kenjutsu.
(fonte: Wikipédia)
[ii] Samurai lendário, considerado por alguns, como o maior de todos, o que eu particularmente discordo. Em minha opinião, Musashi era uma vergonha para a classe samurai, uma vez que usava de técnicas duvidosas, como mentir, ludibriar e trapacear! Curiosamente, no fim de sua vida, escreveu “o livro dos cinco anéis”, uma espécie de redenção moral sobre sua vida.
[iii] Acredito que aqui, o autor do texto queira fazer uma distinção entre as praticas que visam o desenvolvimento físico e mental de cada um, com as técnicas militares, que obviamente, são treinadas com fins de combate. É preciso lembrar que marcial, remete a militar, mas hoje em dia tal expressão vinculada ao nome da arte em si, quer exaltar a questão da disciplina – coisa que militar adora!
[iv] Jô (bastão) do (caminho), é a técnica que emprega o uso de um bastão de madeira. É curioso observar que no aikido, o Jô é usado com real objetivo de desabilitar e imobilizar, uma vez que, ao contrario do que seria fácil pensar, não é usado para atacar o oponente.
[v] Apesar de um tanto escatológico, acredito que aqui, o autor quis dizer que é preciso lembrar que a pessoa ferida era um ser humano, e não um boneco sem vida.
[vi] Eu, particularmente, vejo várias outras razões para praticar alguma arte marcial, mas acredito que a resposta do autor seja NESTE contexto.
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Fonte:
http://pensarnaocansa.blogspot.com/
sexta-feira, outubro 10, 2008
Adorei esse perfil no orkut
E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace
Quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste
Quando eu estiver
Fogo
Suavemente
Se encaixe
E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce
Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
...
(Samuel Rosa e Nando Reis)
Triste
Simplesmente
Me abrace
Quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste
Quando eu estiver
Fogo
Suavemente
Se encaixe
E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce
Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
...
(Samuel Rosa e Nando Reis)
sábado, outubro 04, 2008
Amigos Sempre amigos
Um filho
pergunta à mãe:
- Mãe,posso ir ao Hospital ver meu amigo? Ele está doente!
- Claro, mas o que ele tem??
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe,furiosa, diz:
-E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta
Vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora?! Tá feliz?!
Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso,ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
"- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!"
Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas,alegria e festa.
Amigo é para todas as horas, boas ou ruins,tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS! O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO...
pergunta à mãe:
- Mãe,posso ir ao Hospital ver meu amigo? Ele está doente!
- Claro, mas o que ele tem??
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe,furiosa, diz:
-E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta
Vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora?! Tá feliz?!
Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso,ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
"- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!"
Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas,alegria e festa.
Amigo é para todas as horas, boas ou ruins,tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS! O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO...
sábado, setembro 27, 2008
Musiquinha legal ^_^
Bad Things
Jace Everett
I wanna do bad things with you.
When you came in the air went out.
And every shadow filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I'm the kind to sit up in his room.
Heart sick an' eyes filled up with blue.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
When you came in the air went out.
And all those shadows there are filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Ow, ooh.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Jace Everett
I wanna do bad things with you.
When you came in the air went out.
And every shadow filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I'm the kind to sit up in his room.
Heart sick an' eyes filled up with blue.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
When you came in the air went out.
And all those shadows there are filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Ow, ooh.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Frases Interessantes
"Sometimes we will hit the target... but will miss the self."
- Onuma Kyudo Sensei
+ + +
"Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas tem espinhos e, no entanto, colhem-se".
- William Shakespeare
+ + +
Musashi said, As long as we have our lives and we are here on this earth, we have to try a create for ourselves a wonderful and peaceful life. In order to do that we must have a peace of mind and a strong sense of morality. But considering the history of morality we also need great strength.
+ + +
"É triste falhar na vida, porém mais triste ainda é não tentar vencer."
- Franklin Delano Roosevelt
- Onuma Kyudo Sensei
+ + +
"Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas tem espinhos e, no entanto, colhem-se".
- William Shakespeare
+ + +
Musashi said, As long as we have our lives and we are here on this earth, we have to try a create for ourselves a wonderful and peaceful life. In order to do that we must have a peace of mind and a strong sense of morality. But considering the history of morality we also need great strength.
+ + +
"É triste falhar na vida, porém mais triste ainda é não tentar vencer."
- Franklin Delano Roosevelt
segunda-feira, setembro 22, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
Mote
"Em todo homem existem centenas de homens: o homem tem possibilidades infinitas: basta pensar que um manifesto, colado a uma parede, com uma ordem de mobilização, transforma, de um dia para outro, um pacífico estudante num guerreiro".
by Pitigrilli
by Pitigrilli
Frase Bonita
"Não estamos perdidos.
Pelo contrário, venceremos se não tivermos desaprendido a aprender"
(Rosa Luxemburgo)
Pelo contrário, venceremos se não tivermos desaprendido a aprender"
(Rosa Luxemburgo)
domingo, setembro 14, 2008
Filosofia do Orkut
"Amar é um ato...
Viver um fato...
Existir uma obrigação ...
Sonhar um desejo....
Querer uma atitude...
Amigos uma virtude ...
Decisões um conjunto de atitudes.
A vida é um conjunto de circunstâncias,que você escolhe!
Não se esqueça que o sonho é o primeiro passo para a realidade e lembre-se:..
A felicidade é construída por momentos e ....
os bons momentos duram o tempo suficiente ....
p se tornarem inesquecíveis."
Viver um fato...
Existir uma obrigação ...
Sonhar um desejo....
Querer uma atitude...
Amigos uma virtude ...
Decisões um conjunto de atitudes.
A vida é um conjunto de circunstâncias,que você escolhe!
Não se esqueça que o sonho é o primeiro passo para a realidade e lembre-se:..
A felicidade é construída por momentos e ....
os bons momentos duram o tempo suficiente ....
p se tornarem inesquecíveis."
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